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Matéria - Cybercop - As Facções de Apoio


Cybercops. Outra das séries mais conhecidas no Brasil. Contar a sua história seria irrelevante para um público brasileiro que conhece a série do início ao fim, certo?

Mas em mais uma matéria diferente na Tokufriends, Mario Spyker fala sobre possibilidades dentro do enredo da série, algo além do que a maioria de nós conseguiria imaginar. Arrisquem a leitura, ela nos coloca diretamente dentro desta trama que envolve traições e a ainda nebulosa barreira dimensional...


Júpiter e Lúcifer: Guerreiros do futuro!
Júpiter e Lúcifer: Inimigos com suporte à distância temporal e espacial!

Na série “Cybercop – Os Policiais do Futuro” vemos toda a trama pelos olhos do agente Z-226, que tenta recuperar aos poucos sua memória perdida com um grande choque. A versão oficial relata que Z-226 foi encontrado desacordado pela Interpol, provavelmente em outro país, vestindo uma estranha armadura.

"Z-226 mais conhecido por Shinya Takeda"

Depois de recolhido e levado às autoridades, a vestimenta foi removida. Z-226 era um japonês! Por isso foi enviado ao ZAC, na Central de Polícia Localizada em Tokyo City. Recebeu abrigo, um cargo na polícia e um nome provisório: Shinya Takeda. Sua armadura foi estudada pelos cientistas japoneses, e logo foi concluído que era uma tecnologia de outro tempo, do futuro, mas do planeta Terra. Pois gravada no peito da agora chamada “Unidade Cyber” constava a palavra “Police”, que pelo menos indicava que era um equipamento destinado à proteção de inocentes e  sua origem terrestre.

Os cientistas ficaram perplexos, pois essas peças formavam a fusão ideal entre o homem e a máquina. Uma vestimenta leve, protetora e de alto poder de fogo. Em pouco tempo o sistema de funcionamento havia sido dominado e com base no arquivo digital interno da Unidade, foram construídas versões contemporâneas das Cyber Armas e Weapons que poderiam ser encaixadas no braço direito da armadura. Cada qual com sua finalidade. Mas não foi só isso. Foi financiada pelo Governo Japonês a construção de três réplicas, mas com ênfase em determinadas habilidades.


"Pelo descanso das almas de seus companheiros
 entra em cena o Emissário do Demônio!"

Como foi descoberto que a Unidade se chamava “Júpiter” as Unidades Cyber construídas no presente por engenharia reversa também receberam o nome de deuses greco-romanos:
Marte” – Com blindagem pesada e sistema de câmera zoom de alta capacidade especialmente desenvolvida para combate contra múltiplos alvos;
Saturno” – Com sensores dos mais variados tipos: desde térmicos até infravermelhos. Também conta com localizador de artefatos compostos por pólvora e rastreador de ondas de rádio;
Mercúrio” – Com formato arrojado e bastante aerodinâmico, auxiliado por turbinas distribuídas em pontos estratégicos, essa Unidade Cyber pode alcançar velocidades supersônicas com um usuário capacitado.

Policiais foram escolhidos para usá-las mas essa é uma outra história. O fato é que Z-226 não veio para o presente desacompanhado: Junto dele veio Lúcifer (nome código desconhecido), que caiu em outra parte do planeta mas se virou sozinho, até se condicionar totalmente para a vingança contra Z-226, que, segundo suas últimas lembranças, foi o responsável por plantar a bomba que explodiu a Torre Babylon, um importante foco de resistência dos guerreiros do futuro na luta contra as máquinas que infestaram aquele tempo, agredindo o Homem e provocando uma sangrenta guerra.

"Torre Babylon. Parte crucial numa disputa entre
 humanidade e computadores no futuro."

A torre foi destruída e num incrível golpe do destino o impacto atômico abriu um vórtice temporal, que tragou os dois ao Século XX, levando o acerto de contas a outra era.
Com a construção das demais Unidades Cyber estava-se, sem querer, mudando o rumo da história... Mas para melhor, ao invés do inverso, como é costumeiro nas histórias de ficção científica. A criação dos Cybercops no presente possibilitou uma chance da Humanidade contra os maníacos e andróides da organização Destrap.

Provavelmente Lúcifer procurou se acostumar à nossa época e logo depois conheceu a fama dos Cybercops pela televisão. Reconheceu Júpiter no meio deles, e para quem deseja a vingança, uma imagem basta. A Polícia e todos os que apoiavam o grupo se tornaram seus inimigos mortais! E a maligna Destrap virou uma aliada na sua caça à cabeça de Z-226!!

Além dos Cyber Armamentos e das três Unidades Cyber, foi também desenvolvida a super moto Blade Liner, que só poderia ser conduzida por Júpiter, graças ao diferencial de sua Unidade, mais potente, vinda do futuro.

"Júpiter, um guerreiro em busca da memória perdida e da verdade!"


Por falar em potência, a Unidade Júpiter possui armamentos especiais, que vão além dos utilizados pelos integrantes do presente: Cyber Shield, uma espécie de escudo leve e o Cyber Thunder Arm, um canhão laser manual de temível poder destrutivo, que pode fazer um pedaços os resistentes andróides da Destrap com um único disparo.


No processo, chamado de “Cyber Força”, a antena presente no capacete de Júpiter e similar à do besouro-hércules é erguida, servindo de transmissor. Outros adornos escondidos nas costas da armadura se sobressaem, ficando em posição de asas, liberando o vapor do exaustor. Em seguida um misterioso vórtice, idêntico ao que os dois rapazes vieram ao passado, se abre nos céus. Por ele as armas exclusivas são enviadas. A pergunta é: Como? Quem as manda para Júpiter?

 
"Com uma Unidade Cyber superior, Lúcifer é um inimigo mortal"


Lúcifer também possui armamentos exclusivos. A sua Unidade Cyber é um inteiro arsenal, que vai das armas mais simples, como suas pistolas e os Canhões Pulsar nos ombros até os verdadeiros destaques, como o Cyber Gravitador no peito e o canhão voador Giga Max. Os dois últimos são componentes de extremo poder, de nível até maior que os presentes na Unidade Júpiter. Não só isso, mas a Unidade Lúcifer é inteiramente enviada a seu usuário, através de outro vórtice temporal, materializando-se em seu corpo através de uma senha, composta por movimentos codificados, dispensando completamente as Cápsulas de Transformação do Século XX. É uma Unidade muito prática e perfeita para infiltrações, por essas notáveis características. A pergunta se repete: Como? Quem manda tudo isso para Lúcifer?

"Os vórtices temporais escondem segredos! 
Por eles são mandadas as armas do amanhã!"



A resposta só pode estar no futuro devastado, de onde vieram os dois agentes. Um grupo de soldados e técnicos que acreditam em Z-226 montou base e equipamentos para auxiliá-lo. Outro grupo, que tomou as dores de Lúcifer, resolveu dar suporte ao seu camarada.
Através de experiências contínuas com os vórtices, lograram êxito em enviar ao passado e recolher novamente ao futuro os equipamentos especiais, pois obviamente estes não poderiam ser recarregados no Século XX por demandarem muita energia.


Interessante notar que mesmo no futuro, vemos Z-226 tornar-se Júpiter utilizando uma Cápsula de Transformação, como as do presente. O que dá a entender que o envio da Unidade Cyber por vórtice é uma técnica experimental da facção de Lúcifer, mas que mostrou-se extremamente eficaz na prática. Uma coisa curiosa é que os “parceiros” de Z-226 e Lúcifer não conseguem manter contato por rádio com eles. Pelo jeito, as ondas de rádio não podem atravessar o eletromagnetismo dos vórtices. No caso de Z-226, se esse contato fosse possível, ele poderia esclarecer seu passado rapidamente, relembrando os fatos perdidos em sua memória por intermédio desses companheiros.


"Mesmo no futuro, as Cápsulas de Transformação ainda são utilizadas."


O lado positivo disso tudo é que as novas experiências adquiridas graças à guerra particular entre dois rivais, com certeza se tornarão de extrema utilidade na própria luta dos humanos contra as máquinas no distante futuro, assim que tudo se acertar entre eles. Os soldados poderão vestir Unidades Cyber em qualquer lugar que desejarem, realizando sabotagens e infiltrações de sucesso, através do controle dos vórtices, para pôr em xeque a ameaça dos perversos robôs inteligentes.


Com imagens de AWVAS (abertura), do Cybercops Project, e outras captadas dentro dos episódios.

Sobre o autor:

3 comentários :

  1. Pra ser franco, cheguei a pensar um pouco mais a respeito no envio das Cyber Thunder Arm e Unidade Lúcifer do futuro para o presente - coisa que a gente não liga quando se é pequeno e vê a série pra curtir mesmo. =P

    É uma teoria interessante a de grupos enviando o equipamento, mas eu prefiro considerar que é uma espécie de recurso sem interação humana, além das do Takeda em momento de fúria e de Lúcifer em sua coreografia para evocar a armadura. Algo possível graças a algum tipo de implante corpóreo em ambos - e que o Takeda não tem ciência da existência devido a amnésia.

    Cheguei a cogitar que o recurso do vórtice temporal fosse um recurso existente na própria Unidade Júpiter, ativada apenas em momento de necessidade, representada na série pelo pico de fúria do Takeda.
    No caso de Lúcifer... Bem, se a memória não me falha, ele já usou o GigaMax sem a "necessidade forçada" de vestir a armadura. Logo, se levarmos em conta essa teoria minha de que "o equipamento que gera o vórtice temporal", o GigaMax é o que teria tal recurso.

    Mas enfim, só devaneando mesmo...

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    Respostas
    1. Gao, como a tecnologia na nossa era é completamente desconhecida, bem poderia ser isso também.

      Ou então tem algum slot de memória entre os tempos dimensionais, onde essas armas ficam escondidas XD

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  2. Eu tb acho mais fácil ser uma tecnologia sem interação humana, nunca havia pensado em facções auxiliando os dois. O que eu sempre achei, foi que as armas do futuro eram materializadas por um sistema integrado em uma outra dimensão, que mesmo no futuro não fica na mesma dimensão que os humanos. Por causa disso, esse computador seria inviolável, resistindo a catástrofes como a explosão da torre babylon e aos ataques das máquinas. E a materialização explicaria o porquê dos equipamentos sempre surgirem novos, livres das avarias. Outro ponto é que a localização em outra dimensão superaria os limites de tempo e espaço, possibilitando os dois guerreiros acessarem suas armas, mesmo estando no passado.

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